8 de junho de 2009

Atualíssima

15 comentários:

Henrique Hemidio disse...

com certeza

mineiro e paulista

os piores

só que mg ainda tem Drummond e Guimarães Rosa

Márcia disse...

linda.
:*

Sandra Regina de Souza disse...

MARAVILHOSÍSSIMA!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Nossa, Lubi! Que coisa mais lindamente solitária! AMEI

Ana disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Ana disse...

Lubi minha lindaaaa....
acho q deixei chateada pela brincadeira....não há nenhuma dificuldade em entender..sua mamis está certissima....e foi lindo demais....,a brincadeira foi só pra descontrair....encher o saco mesmo...

desculpe acho que deixei vc chateada....

perdão.não brinco + essa brincadeira ok...

beijão.

Cleyton disse...

lindo!

.Marrí Franco. disse...

O vazio das sensações no uni
verso feminino.

Ana disse...

oiê...
aí vai..

conversa aqui ôoo..
aninhak_ama@hotmail.com

beijo.

Artemis disse...

Sensibilidade... Você as vezes me lembra André Viannay. Parece que é meu reflexo no espelho, só assim pra me traduzir tão bem.


Todos os beijos.

Sagá disse...

Aaaai, que ahazzzoooo!!! (saind da linha comportada dos seus comentários, haha! cê me conhece, né?)

Num tinha visto essa repaginação magnânima da sua casa... foi feliz, hein nêga!haha

Adorei o post, Lubi... e to um turbilhão. Descobri umas coisas incríveis sobre mim mesma e to tentando facilitar minha própria vida. =P

amo vc
tá tudo bem com a córnea nova
ñ to mais mofada em casa
já posso te ver na rua!

Elaine Lemos disse...

Absoluta!

Sagá disse...

Ai, Lubi... pois é, linda
To com OITO provas na facul essa semana. Acumularam mais que a Mega por conta dos meus quinze dias de atestado!

Mas depois desse turbilhão eu te ligo e a gente sai. Por favor.

Qdo vc entra de férias da facul?

beijão.

geo. disse...

as vezes eu sinto que você tá passando dessa dimensão dos blogs pra se tornar algo mais, pra ser fazer em livros e eternidade.

lindo.

beijo lubi :*

Conrado Falbo disse...

a poesia é mesmo o próprio símbolo da ausência...

mas também é lugar de encontros. lugar de achar presenças...

;)

Eduardo Araújo disse...

Voce e o Conrado Falbo querem o impossível da poesia: o silêncio superlativo das entrelinhas.