25 de novembro de 2009

Vinte e Cinco de Novembro

Vinte e cinco de novembro de novo.
E eu não sei se antes de 1998 eu me importava com as datas. Com as lembranças que as datas trazem. Talvez, antes eu não tenha percebido porque era inocência da infância.
Mas depois daquele dia. Foi uma perda, foi sua morte e ainda assim, um recomeço, renascimento. Crescer. Depois de colar os cacos. E eles ainda estão sendo colados. Ainda. Onze anos depois e tarefa pruma vida inteira. Sobreviver a saudade.
É isso, pai, agora de você só me resta essa data.