25 de novembro de 2009

Vinte e Cinco de Novembro

Vinte e cinco de novembro de novo.
E eu não sei se antes de 1998 eu me importava com as datas. Com as lembranças que as datas trazem. Talvez, antes eu não tenha percebido porque era inocência da infância.
Mas depois daquele dia. Foi uma perda, foi sua morte e ainda assim, um recomeço, renascimento. Crescer. Depois de colar os cacos. E eles ainda estão sendo colados. Ainda. Onze anos depois e tarefa pruma vida inteira. Sobreviver a saudade.
É isso, pai, agora de você só me resta essa data.

4 comentários:

geo. disse...

olha, não tenho dúvidas que pelo que você falou essa data é muito importante e difícil pra você, lubi.
mas pelo pouco que sei de você e por tudo que você me conta, a sua grandeza e sua força, com certeza te deixou melhor do que muita gente pensou que ficaria.

essas lembranças sempre doem, aliás, venho notando que toda lembrança dói, e muito. mas quando é assim, é lembrança boa.

e agora 25 de novembro também o dia que a gente resolveu postar, juntas. e sem querer! :)

beijão

Gil disse...

Tão grande um silêncio uma saudade um beijo prá ti, Lai.

Bruno disse...

Li esse uns tempos atrás, fiquei sem saber o que comentar, deixei pra lá. Voltei aqui hoje e ainda não tenho nada pra comentar, só queria que soubesse que eu sinto.

Mas dele restou mais que a data, pelo visto, nénão?

: A Letreira disse...

somos duas queridas... quando o pai parte, o rio que passa debaixo dos nossos pés, fica raso... seco... estranho. e dói, assim, de vez em quando, sem mais nem menos. muito...