28 de março de 2012

para o garoto da bicicleta

sento-me na sua garupa
          abraço-te pelas costas

é desejar ser leve

quanto tempo até esse caminho de
          desconsiderar semáforos?

quanto tempo até não ter
          mapas, destinos?

quanto tempo para
           nunca chegar?

pergunto-me ao seu ouvido,
           
calo respostas.

3 comentários:

Rayanne disse...

Doce, inesperado e inexeplicável, feito chuva de verão. A menina que ainda mora na mulher. Minha flor! **Estrelas nunca acabam**

bruniuhhh disse...

dá pra sentir um vento nos cabelos... ah!

Anônimo disse...

Na boca, o coração... sempre...

moacircaetano